quinta-feira, 23 de julho de 2009

DE SEVERINAS E JOSÉS

Morto em vida está José
E em morte vive Severina
Que não fala mais em fome
Só em sexo e em gasolina
Formas de ganhar dinheiro
Mesmo de forma fedentina
Na política trai e se vende José
Que ligado está á Severina
José não faz nada cheio de trabalho
Que lhe fornece a elegante Severina
Nunca teve vergonha o tal José
Moral já não há em Severina
José traiu toda família
Severina nela escarra em cima
Tudo vale neste jogo
De José e Severina
Pois um já não tem vergonha
E o outro tem uma mediocridade ferina
Seguem juntos na promiscuidade
O corrupto José e a elegante Severina
Todos sabem a índole de José
Mas finge não saber Severina
Vendem o corpo vendem a alma
É o que o progresso lhes ensina
Morto em vida está José
Em vida morre Severina
Cercados por sequazes iguais a eles
Posto seguirem a mesma trilha
Em vida morta está podre José
Em morta vida lhe cheira Severina
E agora JoséE agora Severina
Tudo um dia vem á tona
E é podre o cheiro da mentira
Todos fingem que não vê
Todo mundo em surdina
É o lodo da podridãoAcerca do rufião José
E da jaz livre Severina
LEILSON LEÃO

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